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Sim meu amor, salve o nosso amor.

Sim meu amor, salve o nosso amor.

Sim meu amor, salve o nosso amor, salve o quanto antes.

Sim meu amor, salve o quanto antes para que o nosso amor não se esfrie no cair da aurora.

São banais nossas brigas noturnas e descabidos nossos olhares fingidos.

Lembro-me dos seus beijos naquelas noites quentes de desejos.

Sim meu amor, salve o nosso amor, e salve o quanto antes.

E por que terias que afundar este amor tão profundo, e que nos envolveu tão a fundo.

Ainda que me digas que não me amas, eu te direi que te amo profundamente.

Sim meu amor, salve o nosso amor sem fim, como sem fim foram teus fortes suspiros nos meus ouvidos debaixo daquele terraço.

Amo-te afim, de um calmo amor sem fim, amo-te enfim com grande liberdade.

Quero te encontrar naquela esquina de novo, para que tudo seja totalmente novo.

Ah, se nosso amor voltasse atrás e me desejasses como antigamente cono nos anos atrãs.

Desejo-te e te chamo suavemente todos os dias entre as porcelanas da tua janela.

Desejo-te perdidamente, porque te amo como antigamente.

Vem depressa na minha presença, sim meu amor, vem depressa e apague a minha triste sentença.

Vem depressa meu amor e não se esquece do nosso amor tão de pressa.

Sim meu amor, salve o nosso amor o quanto antes, para que seja tudo como antes.

Se me chamares de volta para os teus braços, eu correria para te dar mil abraços.

E se me amares intensamente como dantes, cantarei de novo aquela musica debaixo daquele terraço como antes.

Toca-me, envolve-me, abraça-me e beija-me como antes.

Sim meu amor, salve o nosso amor, para que este amor dure para sempre.

 

 

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Guerra Antonio Fernandes
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Guerra Antonio Fernandes, é natural de Luanda-Angola, é casado e pai de dois filhos, É técnico de informática e atualmente é estudante universitário no curso de administração.. É escritor de romance, poesia, cronica e artigo

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