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Religiosidade mítica

Religiosidade mítica

 

Desde sempre, até o presente,

o homem tenta esclarecer,

sem, ao menos, entender

o medo que sente

por criaturas místicas

um tanto ontológicas.

 

Na ilusão de se proteger

cria templos e crenças.

Cultua mitos,

ricos em imaginação,

que apelam até para a razão.

Procura resposta de qualidade,

um elo, uma ligação...

entre o misticismo e a realidade.

 

Templos, ritos,

dogmas, cultos...

o homem tenta aplacar sua fome,

também espiritual,

com rezas, ioga

e meditação transcendental.

Quem manda é a moda!

 

Da água ao azeite,

Do incenso ao açafrão,

nada escapa ao deleite

de mitos, místicos de ocasião

que manipulam suas seitas,

como se fossem receitas

para a exaltação eficaz

de semideus incapaz!

Literatura

EternizArte
Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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