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Pandemia: 365 dias

Pandemia: 365 dias

Um ano completo, com destino incerto,

Longe dos carinhos, dos abraços, dos afetos,

Permanecemos isolados, amedrontados,

Grudados na tela do celular para aliviar a

Saudade que provoca um sofrimento danado,

São milhares de desempregados,

De desabrigados, de esfomeados,

Todos são vitimas do capitalismo e

Da omissão do Estado que permanece

Inerte de braços cruzados,

As Máscaras de proteção continuam sendo a

Peça essencial para nossa proteção,

Com álcool em gel nas mãos,

Isolamento social pra evitar a disseminação,

Mas nem todos têm o privilegio desses não,

Enquanto o genocida finge que nada acontece

E some,

Alguns morrem com vírus outros

De fome.

 

 

 

 

Literatura

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Keth Braz
Keth Braz Seguir

Escrevo poesia desde 14 anos. Sou apenas uma poeta que externiza através das palavras as inquietações que sopram dentro de mim.

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