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Empatia

Empatia

Vi através de teus olhos o tempo parar

Minha cara, Vida, há tanto para se conversar

Aquilo que estava escondido...

Medos, inseguranças, crenças e suas limitações

A falta de amor se estampou em revistas, jornais e nas mídias sociais

Para se abrir a ferida de um ser, tão humano e ainda desumano

Nada mais pode ficar sobre a escuridão

Vida, minha cara, você gritou e precisou ser vista

Para ser vivida

Mas não assim... no automático.

Acorda, veste a roupa do dia, toma o café engolido na pia, escovar os dentes, pentear os cabelos e correr para matar aquele leão que assombra o dia

Agora, neste momento, perceba a calma sussurrar entre os ouvidos

Se perceba movimentar, o ar entrar e sair

Tudo parou!

Cada um em suas casas, separados, isolados

Sem sentir o toque, fazer amor e dar risadas

A força é sua aliada nesta caminhada que tirou todas as certezas do calendário

E estampou na pele como tatuagem, que garra e força de vontade lhe são dons

Ensinando que perda e luto não são palavras no dicionário

São tão reais que trazem todo o amargor do fel a quem não pudemos dizer: -“até breve! ”

 Finais e ciclos pintam a tela em branco da vida como pausas e interrupções

Sonetos que vibram pelas bocas e corações, ultrapassam as janelas, varandas, países e continentes

Na esperança veemente de descobrir mais uma vez o que é ser um Ser Humano.

#Poesia #Concurso #PoiesisEternizarte

Concurso Poiésis EternizArte

EternizArte
Cíntia Alves de Rezende
Cíntia Alves de Rezende Seguir

Tenho 32 anos, sou mineira. Sou apaixonada por livros, música, escrever poemas, animes. Sou uma pessoa bastante comunicativa que gosta de fazer conexões.

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