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Uma casa no Limbo

Uma casa no Limbo

 


Quando a "Solar" Amádia, obteve seu conscrito da vitalidade sobre o tempo mortal,seu Coração ,alinhou-se ao Eclipse Toráxico e não mais se ausentou.


Um visitante, que nos surpreende com seu chegar e ,logo o tornamos nosso membro cotidiano.
Reclamamos da falta de nossa privacidade e ,não mais suportamos sua partida ao nos deixar a esmo"no escuro do amanhã".
Sua sinapse,não mais envolvia a todos com sua luz do saber e do lutar...,a "escuridão",irradiara até em sua Alma.

 

Ter o espírito ferido,amargurado ou desacreditado;ainda existem  possibilidades de cura...,


...mas a Alma...


...ter seu "tecido rasgado" pela depressão interna e do exterior julgar,consome o corpo ,que já sofrera com a espera do final prescrito.
A máquina que irá falhar,cedo ou tarde.

Abomina após ,a completa escuridão e a "LUZ libertadora"..
O Limbo,é sua Morada de certezas e convicções.

 

Autoextermínio,não é uma Fuga digna ou segura.

 

"O Cinza",é sua alegria em uma triste e feliz lembrança.

 

MAS...,para TODOS,chegará o Lidar.

 

O Digerir.

 

"No limbo",também podemos plantar e ,sermos ,metade do que fomos um dia.
Lá,também, poderemos ser lépidos;quase como fora antes.

 


Do desejo negado
subtraído

o alcançar de um saber ou degustar
impróprio de sua Alma Destino

A curta sorte da encarnação
escrita

Do Amor ou uma singela riqueza
esquecida
o superior anseio

 

 



árduo tilintar que pronunciou a dissolução
do cândido obséquio


ávido Negro que colocou esperança em pratos quebrados
"Estrela "em declive
que me deste o erupcionar do querer e recusar

Em um Mundo de Vitrines e amostras reluzentes
fragmentei o vidro pela sobrevivência

 pela Alma
pelo escambo da Necessidade


Tenho o "batizado Negro" na Iluminação
a iluminação batizada no obscuro

o intermédio
segue meu olhar


Aos que não escolheram em vida
os clamo, a escolherem após seu descansar impróprio


não desejado



 

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