[ editar artigo]

Redundância

Redundância

 

Poetizar é viver a sonhar,

é sonhar para viver,

acreditando-se no doce amar

e na certeza do bem-querer.

 

Com arrepio ou contenção

o momento de poetizar

é redundância de emoção

na nossa forma de amar.

 

Em versos a sussurrar

uma ode ao nosso amor,

além da terra, além do mar.

 

Redundante poema de amor,

como no primeiro beijo,

derrete-se no calor do desejo.

 

Gostaria de ressaltar que o “eco de sensibilidade” que inspirou tal redundância poética ecoou a partir da bela surpresa que foi o livro “Poema de amor é Redundância” da jovem poeta (ou poetiza, como queiram) Luísa Campos.

O projeto transpira sensibilidade em poemas curtos, algumas vezes intensos, outras vezes curiosos, mas, sempre criativos. A autora “brinca” com a métrica, a estrutura e nos entrega versos livres e sutis, como doces gotas de sua forma de amar.

Parabéns, Luísa. Belo projeto!

Acesso ao livro: https://linktr.ee/Luisatcampos

EternizArte
Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

Ler conteúdo completo
Indicados para você