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Pungente

Pungente

Física, espiritual, social...

De perda,

e de partida.

Presente em toda despedida.

 

Velada no vazio,

da intensa solidão,

que guarda dolorida,

qualquer emoção.

 

Aguda de supetão,

crônica, constante,

não obstante,

incessante tensão.

 

Muitas sinas,

mas nada a sofisma.

Nem mesmo o amor, pobre rima,

com ela não termina.

 

Tão pequena,

mas tão intensa,

que arde sem calor,

e queima sem pudor.

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poesia dor

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Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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