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Por descuido

Por descuido

 

Teimoso besouro cascudo

desajeitado, mas, obstinado

teima que voa, então, desastrado

escorrega num pulo, por descuido.

 

Triste sofrer de um povo inculto,

desinformado, portanto, alienado

sofre com governante desastrado,

eleito com seu voto, por descuido.

 

Tal insano governo obscuro,

como besouro desastrado,

finge que voa, mas, atabalhoado

despenca no presente, sem futuro.

 

Besouro bem não voa, mas, tenta

e, destrambelhado, até se arrisca.

Governo incompetente se enfrenta,

pois, não governa apenas fustiga.

 

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EternizArte
Helio Valim
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Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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