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O espectro das formas deduzidas

O espectro das formas deduzidas

 

 

Com dardos douro de luz em feixe,
a notívaga vela acesa,
conforta a escuridão e a mim,em uma pequena mesa;
com seu balanço,de um calço desleixe.
O meu suspiro,porta uma insensatez...,
diluída,em uma lânguida placidez.

Talvez...,
nessa velha casa de madeira no meio do mato,
seja o retrato,
do descanso de um pacato Espectro feliz.
Ou,um inexperiente e ainda aprendiz.

Pois o vento,com seu dizer em escuras arestas,
me dera,calúnias de certezas,
com suas Hercúleas frestas.


Ás horas do cárcere do Sol,
temo apenas...,
outro doudo  Humano,
com seu opor assombro sem engano,
em meu frágil e desprecavido lençol.

 

 

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