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Necrônicas

Necrônicas

 


Tentara desvencilhar do presenteado encanto noturno
desde meu primeiro deslumbre.
Mas o prazer
a todos sucumbe.

O espelho
Tentara me dizer
que sou agora
o pesadelo de mim mesmo
um louvador penumbre.


A noite me sepultara em seus braços
com seu doce assume.

Somente o sacro e o dia
nos zumbre.

Rogue por nós
amada que nos une.

[...]


A sombra,acovarda-se em acompanhar os passos.
Olhos inquietos,perturbados,encontram seus temidos sonhos.
O Céu e o solo,partilham a mesma doma.
Frondosas,são os livres-arbítrios noturnos.

 

Á noite,tenho vontade de saltar sobre os telhados.
Observar as pessoas dos altos dos prédios.


Me ocultar em lugares soturnos,
Ser a névoa que deixa a visão opaca.

O grito do inacreditável.


"Pregar uma peça",na coruja desatenta do cemitério.
Descortinar as belas criaturas da noite,como elas nos ecoam.
Com meu sobretudo,abraçar meu alimento.

Eu ...nunca ousara ,dar as mãos ao Medo.

E ao longe,se ouvirmos histórias de" nós",
riremos...,

como os contos da Escuridão.

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