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DEUSES DE BARRO

No âmago, vida e morte 

se laçam e se entrelaçam.

 

No ânimo e desânimo

a horda globalizada

- um vaivém frenético -

consome e se consome,

se gruda e se acasala, e gera:

seres, bombas, fábricas, fantasias.

 

Delira o mundo feérico,

julga-se o ápice,

deuses imortais!

De que tessitura?

Ouro, prata, aço?

Ocos, ossos, carne, barro apenas...

Não se sabe de onde,

mortal corona surge

e com sombrios tentáculos cava sepulturas,

e deita por terra (e enterra) a empáfia humana.

 

 

 

 

 

 

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