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BILHETE

BILHETE

Devo-te, minha cara, este bilhete:
Sei... Um bilhete é coisa ultrapassada,
D!outro século, que não leva a nada...
Talvez não fosse o modo de escrever-te!

Mas,  foi a  forma pelo bardo achada
Pra te deixar apenas um lembrete:
O que já foste em época passada,
E, como nesta dela és ricochete!

Naquela, foste excêntrica paixão,
E uma estranha amizade nesta cá...
 Ambos preexistem ao puro amor!

Por isso, ao ver-te aqui, lembrei de lá...
Quanta alegria ao saber de antemão
Que o tempo é nada para o amor que for!
 

 

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