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Aurora

Aurora

 

No meio da relva molhada havia uma porta

E por ela a esperança desapareceu.

Uma porta havia

E somente eu a via

Por ela o céu escureceu.

 

De onde eu a via, com os pés molhados,

Surgiu a aurora.

Corri estreitando o caminho até a porta no meio da relva

E por ela passei.

Já não havia mais o caminho

E a porta se fez Aurora.

Ali fiquei.

A porta se desfez no meio da relva.

E nada mais restou da porta, do meio e do caminho.

EternizArte
Amanda Kraft
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Sou escritora, cantora e compositora. Possuo vários contos selecionados em antologias - à venda pela Amazon e outros - como Amanda Kraft. Como cantora, compositora e artista plástica, uso o pseudônimo de Lamaris.

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