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A Sistemática Desordem

A Sistemática Desordem

    Conforme o estado, o ser necessita adaptar-se ao meio que vive, com princípios básicos para alienar certas massas acreditando na igualdade. O estado apropria está ilusão é utiliza para replicar um sistema fabricador de sonhos. A alienação chega a um ponto máximo quando o poder é desejado pelas massas.
Uma minoria poderosa acolhe a desigualdade no mesmo instante do nascimento. Pode ser grotesco o exemplo, mas essas atitudes acoplam no DNA do nascituro deixando-o bitolado à métodos fúteis ensinados pelos descendentes. Definitivamente o estado produz desejos em massa para que os demais acreditem na possibilidade de compor tal espaço. Defender aqui um sistema é ser idiota o suficiente para pensar que esses possui igualdade. Não há um lado certo, mas temos a força do pensar. Ter ideias produtivas visando um princípio máximo que norteia toda a mente humana e por ele a vida refresca-se na plena harmonia.
    A definição da igualdade se perdeu dentro das teorias que hoje são radicais e classificadas como socialistas. O capitalismo apaga qualquer essência da igualdade e o socialismo ilude tal preceito. Tantas teorias não usadas pelo medo da ascensão marginal, conservando as ideias de poder e interesse para grupo majoritários replicadores da extrema desigualdade. O mundo vê povos alienados pela rotina do grande sistema, que visa reproduzir benefícios a si mesmos e justificam como trabalho digno.

    As ideias humanas é única e especialmente exclusiva utilizada em vantagens poderosas para conquistar mais poder. Somos recheados de ideias maravilhosas que são oprimidas pelo mesmo raciocínio. A alienação é agressiva expandindo-se em massas, publicando ideias e contextos grotescos para alimentar escravos sonhadores. Podemos nos afastar das malicias do sistema, mas nunca das malicias do homem, o raciocínio transforma as malicias em realidade. É proposital a criação de uma rotina para obter vantagens econômicas e afastar-se dos prazeres individuais. O estado é tão poderoso que através da publicidade induz o homem a criar rotinas favoráveis ao sistema. A própria política vendedora de mentira e reprodutora da desigualdade utiliza da publicidade para alavancar o “eu absolutista “ pela obtenção do poder, criando interesses ambiciosos. Não é o sistema o culpado pelas malicias, mas sim que os criou. Percebe-se que há ofertas por padrões de vida de acordo com critérios arbitrários. Quanto mais o tempo passa esses costumes que contaminam o ser, ao se deparar com o sistema obterá força de lei para certo grupos, esses os criadores e sancionadores da lei. Vivemos aqui em um Estado Democrático de Direito.
 

    O raciocínio não chega a tal ponto de dizermos ou afirmamos qual é a verdade absoluta , ressalto que o respeito é o elemento principal para calamidade publica , há  existência deste nos afastar da paz e vincula o ser no sistema dominador . O poder  tornou-se o principal meio de produção para aqueles que dizem ser  os mais fortes , este é o circulo da soberania e o autoritarismo . Sem qualquer  tipo de percepção  a vida é uma rotina criada por eles ,para produzirmos capitais perante a uma ilusão ideológica assombrada pelo o não questionamento   ,nos transformando em escravos sociais. Neste sistema imperfeito a lei deveria impor sua   força legislativa sem preenchas ou lacunas simplesmente  aplicar o estabelecido ,ficando longínquo da parcialidade . Leis Internas e Externas no qual aceitamos e organizamos sem pensarmos que o ser humano dotado de grandiosas ideias e convicto com a felicidade continua sendo levado pelos poderes e interesses . O ideal social machucaria nossa civilização? Respeitarmos uns aos outros é errôneo ? Com o advento dos interesses a sociedade é desmanchada , inclusive princípios básicos e morais são subjugados pelo o individualismo exacerbado ,afastando periodicamente o ser da sociabilidade e altruísmo . Somos idiotas em conservar o poder ! Não adianta termo raciocínio e viver  longe do respeito . Confirmamos nossa identidade sendo animais encubados na selva codificada dos interesses.

 

    Refletindo cronologicamente vivemos pareados com a propriedade , que transforma o ser no pior dos animais . Se na linda natureza  leões protegem  seus  filhotes , na civilização o homem protege sua propriedade . O ambiente natural possui seus direitos com normas igualitárias para animais , plantas e ciclos , porém o ser humano ao entrar em tal meio contamina o direito ali presente , graças a isto surge o desequilíbrio . Pode afastar-se das malicias do sistema , mas nunca das malicias humanas , pois o raciocínio transforma  o mal em realidade. Longe  de tais objetivos o homem encontraria  a bondade ? Grupos minoritários detentores  da propriedade e cultivadores  da desigualdade , deveriam  dar  exemplos  de sociabilidade e harmonia . Infelizmente aos olhos da maioria todos pretendem alcançar  significativos posto  neste grupo .Ultrapassamos a moral e atropelamos a ética para concretizar interesses individuais , sejam benéficos ou maléficos , mas com um proposito de obter poder. Por que tentar disponibilizar a harmonia e dispô-la no meio social é algo tão difícil ? Quem não que viver harmonicamente ? Quanto mais críticos formos , nos afastamos de certas massas e consequentemente pensar em termos sociais para tentar transforma boas condutas em cultura e tradição .

    Idiota seria este que pensa ser dono da própria vida , mas ele não sabe que todos aqui pertencem a um sistema rigorosamente controlado. Sempre haverá problemas pelo fato da não busca dos direitos e garantias .Uma atividade progressiva sistemática que possibilita a destruição do altruísmo. O homem mal fez deste o seu controle para manipular cada peça deste sistema reprodutor da desigualdade .Há uma divisão em grupos favorecidos que replicam ideias de superioridade , ensinando uma parcela social que a ética e moral podem ser transformados em conceitos arbitrários.

 

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Igor Pereira de Paula Costa
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Igor Pereira de Paula Costa nasceu em 29 de março de 1999, obteve interesse na escrita aos 12 anos e assim escreveu textos voltados ao significado do amor. Mas em 2017 começou conteúdos utópicos e reflexivos, no qual publicou sua primeira obra .

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