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A JORNADA

A JORNADA

Um pássaro que voa sem rumo, sem direção, em meio a tormentas e tempestades, pousa em qualquer galho pra se abrigar aguarda um melhor vento para poder seguir.

Ele luta pra permanecer no prumo e manter a visão, ao longo do caminho várias lembranças e muitas saudades, também há imensos espinhos, e longos desertos há superar, o vento sopra mais forte, pois deseja lhe atingir

As nuvens agora escuras, em seguida lhe vencerão, tenta sem êxito pousar e encara sua penosa realidade... agora nem vento e sequer uma brisa para lhe ajudar, então, o mau tempo lhe vence, e ele não pode impedir

Está findando suas forças, agora as nuvens embaralham-lhe à visão, por fim, sucumbe ao cansaço, sua volta está  mais distante, recorre à memória, refaz o caminho inverso, mas não consegue lembrar, enfim desiste, recolhe suas asas, não poderá mais prosseguir.

MÁRCIO PAZ MARTINS

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