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A garota de sagitário

A garota de sagitário

Ei, ligue a câmera! Quero que veja a minha casa nova! Assim ela iniciou a sua sessão. Adentramos a casa e, cômodo a cômodo, ela foi apresentando as suas cores, emoções, vitórias e saudades, já. Xícaras e copos nos tons de rosa lembrando que ali, naquela cozinha, a menina que saiu da casa dos pais, não a deixou, continuava ali, com ela, brilhando em seus olhos e em seus cabelos, agora cacheados. Vamos falar dos cachos? Então, meus cachos são como o meu novo quarto, grandes, donos de si, repleto de possibilidades e aguardando, diariamente, o meu toque, as minhas mãos, o meu amor e quando desejar, outras mãos que não busquem condicionar todas as nossas cores. Passeamos pela casa e de repente vimos um espelho grande. Ali vimos que a menina ficou tomando um refrigerante na cozinha enquanto a mulher se fazia presente no reflexo. E que mulher! Está ali, no espelho da sala, uma mulher grande, enorme, transbordando o seu feminino. Ela, em sua nova casa, em seu novo trabalho, com todo o fascínio de seu novo mundo adverte: Aqui, em casa, no trabalho, no coração, no corpo, não entra qualquer pessoa! Tudo aqui tornou-se sagrado e ainda que eu "profane", serei eu quem escolhe as fantasias do meu carnaval. É isso! Essa é a nossa casa! É a casa da minha criança, do meu feminino e de quem, quando desejar, convidar. Te espero para um café! Antes te envio uma canção: "no dia em que me perdi foi quando aprendi a brilhar, trem do desejo!" ( Vander Lee)

Até lá! 

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